O LUZ é mais do que um festival: é uma carta de amor à cidade de Maputo e ao cinema que ela merece ver e fazer.
O LUZ nasceu em 2021, de um pequeno grupo de realizadores, projeccionistas e estudantes que queriam ver os seus filmes — e os filmes do mundo — projectados em casa, em Maputo. Começámos com um lençol branco e um projector emprestado num pátio da Baixa.
Cinco edições depois, somos a maior montra de cinema do sul de Moçambique. Continuamos fiéis à ideia original: o cinema pertence a toda a gente, e a melhor sala é, muitas vezes, a noite quente da cidade.
Programamos longas e curtas, documentário e ficção, clássicos restaurados e estreias absolutas — com especial atenção às novas vozes africanas e da diáspora.
“Um país que não vê os seus próprios filmes esquece-se de como sonha. O LUZ existe para que Maputo nunca se esqueça.”
— Tó Mendes, director artístico do festival
Metade das sessões são de entrada livre. O bilhete nunca pode ser a razão para não ver um filme.
Damos palco a quem filma em Moçambique e em África, e a quem conta as nossas histórias a partir da diáspora.
Cada projecção é também uma conversa. Público, autores e crítica no mesmo escuro, à mesma luz.
De um lençol num pátio à maior festa de cinema do sul de Moçambique.
Três noites num pátio da Baixa. 9 curtas, um projector emprestado, 400 espectadores.
O festival ajuda a reanimar o histórico Cinema Scala como sala principal.
Lançamos o concurso oficial dedicado a longas de África e do Índico.
A projecção ao ar livre na Marginal torna-se a imagem de marca do LUZ.
37 filmes, 12 países, 5 dias. A maior edição de sempre.