
Do berço do cinema moçambicano às novas vozes. Uma retrospectiva dos clássicos restaurados e a competição Olhar Índico 2026.
“Filmar a imagem do povo e devolvê-la ao povo.”
A primeira acção cultural de Moçambique independente foi criar o Instituto Nacional de Cinema. As suas unidades de cinema móvel percorriam o país a exibir o cinejornal Kuxa Kanema — “o nascimento do cinema”. O LUZ existe como continuação desse gesto.
Uma selecção de filmes e curtas de Moçambique, em sessão contínua. Use a lista para saltar entre obras.
Obras moçambicanas em destaque nesta edição. Clique para ampliar o cartaz.


















Cineastas moçambicanos presentes nesta edição, em conversas e masterclasses.





Três antevisões de cinema moçambicano que passam nesta edição.
Dez obras do património moçambicano, em cópias restauradas a preto e branco. Passe o rato para ler; clique para ver o excerto.
O primeiro filme moçambicano de longa-metragem. Uma meditação épica sobre a amizade e a luta de libertação: dois amigos de infância — um moçambicano, um colono — reencontram-se em lados opostos da guerra. Produção do INC com a então Jugoslávia.
Docudrama pioneiro que reencena, com a própria comunidade, o massacre de Mueda de 1960 — marco fundador da memória e do cinema nacionais.
Uma das primeiras ficções inteiramente realizadas por um cineasta moçambicano, rodada em Sofala. Um retrato íntimo do país no limiar da independência.
O jornal cinematográfico semanal que registou os primeiros onze anos da independência. Sessão de excertos do arquivo, apresentada com a documentarista Margarida Cardoso.
No rescaldo da independência, mulheres são enviadas para campos de reeducação. Um olhar terno e duro sobre a liberdade prometida e a que se viveu.
Durante a guerra civil, um comboio atravessa território minado entre Nampula e Malawi. Tensão, humanidade e coragem — a candidatura de Moçambique aos Óscares.
Adaptação do romance de Mia Couto. Um menino e um velho percorrem uma estrada em guerra, lendo os cadernos de um morto que aos poucos se tornam a sua própria história.
Um rapaz do campo sobrevive no maior mercado de Maputo, entre a esperteza, a amizade e a ternura. Uma fábula urbana sobre crescer cedo.
A partir de um conto de Mia Couto: um menino-pastor e o seu boi num país semeado de minas. A inocência face à violência da guerra.
Sofia sonha estudar medicina, mas a vida — e os homens à sua volta — pedem-lhe outra coisa. Um retrato da juventude e do desejo de futuro em Maputo.
As imagens desta secção são ilustrativas. O LUZ presta homenagem a estas obras do património cinematográfico moçambicano e aos seus autores.
Clique num filme para ver o teaser.
Doze jovens realizadores moçambicanos, selecionados de todo o país, desenvolvem as suas primeiras curtas com mentoria dos autores em competição. As obras finais estreiam na sessão de encerramento.
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